
Choro, de tanto chorar
Mas nem assim minha alma se limpa
Nem assim ela se purifica
E então… choro mais ainda.
Grito, um grito quase mudo
Que finge ser surdo
Não encontrando outra saída
Se não chorar, com ou sem afinco.
De olhos molhados
Pela marulhada aflitiva
Meu soluçar perde a força
E a lágrima que escorria perde a vida.
Mas nem assim minha alma se limpa
Nem assim ela se purifica
E então… choro mais ainda.
Grito, um grito quase mudo
Que finge ser surdo
Não encontrando outra saída
Se não chorar, com ou sem afinco.
De olhos molhados
Pela marulhada aflitiva
Meu soluçar perde a força
E a lágrima que escorria perde a vida.
3 comentários:
parabens por esta casinha nova...
não tenho duvidas que será belissima. escreves lindo e aqui quem quiser pode deslumbrar-se com a tua escrita.
beijinho enormeeee
e parabens pela casinha:)***
Já tinha lido poesia tua. Não me lembro se foi neste blogue ou no Luso-Poemas.
Em todo o caso, voltei a "tropeçar" em ti e como tinha gostado (fiquei com o teu nome no ouvido...) entrei aqui para te ler.
E resolvi começar pelo princípio (teu, no blogue...). Li os poemas de Junho e da próxima visita lerei os de Julho. Depois Agosto, etc...
Escreves muito bem e a leitura dos teus poemas é agradável. Parabéns pelo excelente nível que já alcançaste, ainda que acredite que serás capaz de fazer sempre cada vez melhor.
Beijinhos.
Ola Carla,
Parabens pelo teu poema, gostei muito.
Gostei tanto que tomei a liberdade de o postar no meu blog, com o teu nome (claro) se não o quiseres lá por favor avisa que o retirarei imediatamente.
Mais uma vez parabens.
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