
Uma pedra da calçada,
sobejamente irada
e roxa com a inveja,
ergue-se pesada
e vem contra mim... atiçada.
Apedreja e faísca
com uma força mística.
Não é oca, não é nada,
é só um coração de pedra
em forma de punho... cerrada.
Tanto bate... que um dia destes pára!
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